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The Hungry Monk and the Guiding Moth (Book): mudanças entre as edições
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O monge faminto e a traça-guia | |||
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Uma velha história do vale fala de um monge faminto que se afastou do “Caminho do Insight e da Iluminação” para procurar comida. Encontrando algumas frutas e vários outros alimentos ao longo de uma estrada bem movimentada, ele sentou-se para comer. No entanto, a comida não o satisfez. Decidiu caminhar mais ao longo da estrada, para ver se havia mais fruta ou qualquer outra refeição saborosa que o mundo exterior pudesse oferecer. Passado algum tempo, chegou a uma carroça. Estava virada e parcialmente partida. Tinha marcas estranhas escritas na parte lateral e transportava vários recipientes e sacos ricamente ornamentados. Abriu alguns dos sacos, que estavam cheios de milho, maçãs e um delicioso presunto. Decidiu não tomar notas, como era habitual para um monge em peregrinação: esta descoberta devia ser sua. Come uma maçã, e outra. Ainda não saciado, prova finalmente o fiambre e este tem um sabor amargo. Cuspiu o bocado meio comido e voltou a tropeçar na pega da carroça. Aí viu uma perna debaixo dela. Levantou um pouco a carroça para revelar um mercador ambulante que parece ter sido morto por duas flechas. Golpes certeiros, que lhe adornam agora o peito e a barriga. No assento de madeira rangente da carroça, o monge encontra uma nota de entrega com vários nomes riscados, exceto um. Quem quer que tenha feito isto pode ter uma conta aberta com este comerciante e não levou nada da comida, pois estava claramente envenenada. | |||
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De repente, o monge ficou horrorizado. O que é que ele estava a fazer tão longe do seu caminho? Estaria morto se comesse mais daquilo? Era este o tipo de coisa que acontecia quando um monge como ele se perdia, nem que fosse uma vez? A poucos passos da entrega da comida condenada, ficou petrificado, ponderando as suas acções. Passado algum tempo, um pensamento ainda mais lutuoso surgiu-lhe na mente. A estrada levava-o para muito longe do seu caminho original e os últimos raios de sol estavam quase a desaparecer. Para onde ir agora, será que ainda valia a pena? Terá falhado e o fim deste dia será também o fim da sua peregrinação? De repente, apercebeu-se de que qualquer outro santuário que visitasse depois deste seria como uma traição a si próprio ou aos outros monges do vale. Para que estava ele a fazer isto e porquê continuar, afinal? Ajoelhou-se e chorou. | |||
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Passado algum tempo, sentiu uma ligeira cócega no pescoço. Deve ser o veneno, pensou, a solução para o seu problema já se tinha apresentado, ao que parece. Virou a cabeça e uma traça voava na penumbra. Estava estranhamente determinada e voava em direção a algo que ele ainda não conseguia determinar. Não tendo sido ainda condenado pelo universo, decidiu levantar-se e seguir o voo da traça. Fazendo algumas curvas e contracurvas, avista ao longe uma pequena luz bruxuleante. À medida que se aproximava, quase perdia a traça, mas certamente ela devia ter voado naquela direção. Chegou a uma vela, cuidadosamente colocada e apenas recentemente acesa, que ardia firmemente no meio da escuridão que há muito engolira as estradas. A traça estava ao seu lado, numa pedra. Pertencia a um santuário, um dos santuários escondidos que ele pretendia visitar na sua viagem. A traça foi atraída pela luz, tal como o monge deve ser atraído pelo brilho luminoso do discernimento nos caminhos sempre sinuosos da vida. O seu objetivo estava de novo bem claro e a sua mente estava de novo totalmente orientada para o caminho, e ele suspirou de alívio. A cadeia implacável de escolhas difíceis, erros lamentáveis e prazeres escassos que é a vida tem de ser experimentada e sentida, os seus muitos caminhos percorridos. Este é o objetivo da peregrinação do monge. | |||
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Edição das 03h35min de 28 de fevereiro de 2025
| The Hungry Monk and the Guiding Moth |
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| Aparência(s): |
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| Autor: | Desconhecido. | ||||||||||
| Gênero: | Indefinido. | ||||||||||
| Localização: | Blue Valley | ||||||||||
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| Adicionado: | futuro (futuro) | ||||||||||
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