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Original:
Elyrax, the Magebane, and the Glittering Lie
Elyrax was the dread of all spellcasters, known throughout the lands as Magebane. He had, through dark pacts and ancient knowledge, modified his fiery assault. His breath could choose not only to scorch flesh, but also to burn the very spirit, the magical energy, or Mana-from his victims. He was the sire of many dragons, a master of his breed, and successfully fought off all challengers.
Yet, constant warfare took its toll. Elyrax felt his power wane with each challenge and, fearing a time when his strength would finally fail, he began his desperate search for immortality. Using his unique magic, he kidnapped magicians for generations, forcing them to seek a youth elixir that would restore him. When he tired of a mage's failures, he would devour him and seek a replacement.
One of his later captives, a man whose true name is lost to history, was no master magician, but a glib charlatan who had made a fortune by tricking the populace with cheap remedies and false balms. His exaggerations were so vast they had reached the Dragon's ears, leading to his unfortunate capture.
Pressed for the elixir, the charlatan used his sole true skill, the art of deception, to avoid immediate death, forever promising "new insights" and "great breakthroughs, soon!" Over the years, in utter desperation, he offered Elyrax a series of "experimental potions." Noting the Dragon's weakness for all things glittering, the charlatan made his concoctions as shimmery and spectacular as possible.
Though the books do not record it, the most dazzling of these potions were likely laced with mercury and other toxic dusts.
Elyrax grew weaker with each passing year, and in his growing desperation, swallowed the charlatan's glittering draughts all the more eagerly. The irony of his fate was cruel: his downfall came not from a mighty challenger, but from the slow poison of vanity. One day, while holding court, the younger dragons noticed his weakness. When he finally fell asleep in the midst of the meeting, his ambitious descendants pounced on their unbeloved master and tore him to shreds. The unknown charlatan used the ensuing civil war amongst the drakes to flee the cavern, vanishing into history, never to be heard of again.
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Tradução:
Elyrax, o Flagelo dos Magos, e a Mentira Reluzente
Elyrax era o terror de todos os conjuradores, conhecido por todas as terras como o Flagelo dos Magos. Por meio de pactos sombrios e conhecimentos ancestrais, ele havia modificado seu ataque ígneo. Seu sopro podia escolher não apenas queimar a carne, mas também consumir o próprio espírito, a energia mágica — o Mana — de suas vítimas. Ele foi o progenitor de muitos dragões, um mestre de sua raça, e derrotou com sucesso todos os desafiantes que ousaram enfrentá-lo.
Ainda assim, a guerra constante cobrou seu preço. Elyrax sentia seu poder enfraquecer a cada desafio e, temendo o dia em que sua força finalmente falharia, iniciou uma busca desesperada pela imortalidade. Usando sua magia singular, ele sequestrou magos por gerações, forçando-os a buscar um elixir da juventude que pudesse restaurá-lo. Quando se cansava dos fracassos de um mago, simplesmente o devorava e procurava um substituto.
Um de seus cativos mais tardios — um homem cujo verdadeiro nome se perdeu na história — não era um grande mago, mas sim um charlatão eloquente, que havia feito fortuna enganando o povo com remédios baratos e bálsamos falsos. Suas exageradas bravatas foram tão longe que chegaram aos ouvidos do dragão, levando à sua infeliz captura.
Pressionado a produzir o elixir, o charlatão usou sua única habilidade verdadeira — a arte da enganação — para evitar a morte imediata, prometendo eternamente “novas revelações” e “grandes avanços, em breve!”. Ao longo dos anos, em completo desespero, ofereceu a Elyrax uma série de “poções experimentais”. Percebendo a fraqueza do dragão por tudo que reluzia, o charlatão fazia suas misturas o mais cintilantes e espetaculares possível.
Embora os livros não registrem, é provável que as mais deslumbrantes dessas poções estivessem misturadas com mercúrio e outros pós tóxicos.
Elyrax enfraquecia a cada ano que passava e, em sua crescente aflição, engolia com ainda mais avidez as beberagens reluzentes do charlatão. A ironia de seu destino foi cruel: sua ruína não veio de um desafiante poderoso, mas do veneno lento da vaidade. Certo dia, enquanto presidia sua corte, os dragões mais jovens perceberam sua fraqueza. Quando ele finalmente adormeceu em meio à assembleia, seus descendentes ambiciosos saltaram sobre o mestre que já não amavam e o despedaçaram. O charlatão desconhecido aproveitou a guerra civil que se seguiu entre os dracos para fugir da caverna, desaparecendo na história, para nunca mais ser ouvido.
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